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	<title>Marcela HippeMarcela Hippe</title>
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	<description>Publicidade, internet, redes sociais, tecnologia e (quase) todas as variedades geek.</description>
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		<title>Interpretação na prática</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 07:56:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Hippe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Xiita, o termo figurativo, é utilizado para descrever pessoas e comportamentos radicais, extremos. Aqui em nosso país, os exemplos não faltam: elas podem ser encontradas em grande número entre torcedores de futebol, fãs de celebridades e defensores de marcas. Pessoas extremistas não medem esforços para defender o seu ponto de vista e minimizar os pontos positivos das opiniões contrárias. Aliás, pessoas extremistas não enxergam pontos &#8211; positivos ou negativos &#8211; nas opiniões contrárias. Se o pensamento não é o mesmo, &#8230; <a href="http://marcelahippe.com/?p=348">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Xiita, o termo figurativo, é utilizado para descrever pessoas e comportamentos radicais, extremos. Aqui em nosso país, os exemplos não faltam: elas podem ser encontradas em grande número entre torcedores de futebol, fãs de celebridades e defensores de marcas.</p>
<p>Pessoas extremistas não medem esforços para defender o seu ponto de vista e minimizar os pontos positivos das opiniões contrárias. Aliás, pessoas extremistas não enxergam pontos &#8211; positivos ou negativos &#8211; nas opiniões contrárias. Se o pensamento não é o mesmo, simplesmente ele não é válido.</p>
<p>O problema acontece quando o extremo encontra o raso. O superficial. O quase nulo. Todos nós já passamos por um momento desses: não provei e acho ruim. Não conheço e não gosto. O outro problema é quando esse momento não passa. Ou quando ele acontece com frequência na vida adulta. Depois que a gente cresce, a gente entende que toda história tem pelo menos dois lados. Pessoas não são boas ou más, são só pessoas, que fazem coisas boas e coisas não tão boas. O mundo não é preto e branco. Preto ou branco. Conforme a gente cresce, a gente vai aos poucos percebendo que nem tudo é o que parece na primeira impressão. Existem nuances, existem entrelinhas, existem formas de interpretação, e aí o interlocutor não é mais 100% responsável pela mensagem &#8211; você passa a ser responsável, também.</p>
<p>Interpretar: a gente aprende com o tempo. Com o passar do tempo a gente aprende a perceber que existe ironia, acidez, amargura, indiferença. É natural, com o tempo, aprender a diferenciar uma mensagem transmitida com neutralidade daquela com carga rancorosa. É necessário entender o contexto, ler o que não está escrito e enxergar o que não está evidente.</p>
<p>Parece difícil? Não é. Ensinam no colégio. Lá, quando a gente é criança, que a professora pede na prova de Português pra interpretar os textos. Interpretar. Pra muita gente, faltou aprender. A época em que errar era aceitável passou. Se você tirou 10 copiando a resposta do outro, você tem um grande problema: na vida não dá pra repetir de ano.<br />
Decisão tomada com base em nada não é opinião. É pré-opinião. Preconceito.</p>
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		<title>Acessibilidade na web</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 12:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Hippe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Criar interfaces acessíveis por leitores de tela e fáceis de navegar pelo teclado são práticas comuns para desenvolvedores que se preocupam com suas aplicações. Ambas são excelentes e de absoluta importância para que uma aplicação ou site possa ser acessado por pessoas que têm dificuldades motoras ou de visão. E antes que você diga &#8220;mas isso não tem nada a ver com meu público&#8221;, pense por exemplo em alguém que quebrou o braço ou ainda em alguém que está usando &#8230; <a href="http://marcelahippe.com/?p=329">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Criar interfaces acessíveis por leitores de tela e fáceis de navegar pelo teclado são práticas comuns para desenvolvedores que se preocupam com suas aplicações. Ambas são excelentes e de absoluta importância para que uma aplicação ou site possa ser acessado por pessoas que têm dificuldades motoras ou de visão. E antes que você diga <em>&#8220;mas isso não tem nada a ver com meu público&#8221;</em>, pense por exemplo em alguém que quebrou o braço ou ainda em alguém que está usando o computador com um mouse quebrado. Será que uma pessoa com os braços engessados, que consegue apenas apertar 1 tecla por vez no teclado, conseguiria sozinha navegar por todo o conteúdo? Será que sem mouse alguém consegue usar sua aplicação? Pois é assim que muita gente usa a internet. É assim que, por exemplo, os cegos acessam os sites, conversam no Twitter, escrevem e respondem emails. Para entender melhor o assunto e compreender com mais exemplos a profundidade do tema, vale muito a pena assistir ao vídeo <em><strong>Acessibilidade web: Custo ou Benefício</strong></em>, publicado no site <strong><a title="Bengala Legal" href="http://www.bengalalegal.com/" target="_blank">Bengala Legal</a></strong>. Por sinal, este site foi criado com supervisão do MAQ, <a title="MAQ - Marco Antonio de Quieroz" href="http://acessibilidadelegal.com/00-curriculo.php" target="_blank">Marco Antonio de Queiroz</a>, que é cego e faz um ótimo trabalho de divulgação e conscientização de desenvolvedores e profissionais do meio para a importância da acessiblidade digital.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="604" height="364">
	<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hFI4CuxQjSA?fs=1&amp;hl=en_US"></param>
	<param name="allowFullScreen" value="true"></param>
	<param name="allowscriptaccess" value="always"></param>
	<embed src="http://www.youtube.com/v/hFI4CuxQjSA?fs=1&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="604" height="364"></embed>
</object></p>
<p>Outra dica boa pra quem quer criar projetos acessíveis é assistir aos vídeos que o <strong>Lucas Radaelli</strong> (<a title="Twitter do Lucas Radaelli" href="http://www.twitter.com/lucasradaelli" target="_blank">@lucasradaelli</a>) já publicou em seu canal no YouTube, o <strong>Ponto de Vista</strong>. O Lucas é programador, estuda Ciência da Computação, tem um iPhone, fica online o tempo inteiro e conversa com todo mundo que fala com ele pelo Twitter. Ele também mantém um blog muito legal, onde conta sua experiência com os produtos da Apple. <a href="http://www.acessibilidadeapple.com/">http://www.acessibilidadeapple.com/</a> Ah! Falei que ele é cego?</p>
<p style="text-align: center;"><object width="604" height="364">
	<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ujHTn6Cuc5E?fs=1&amp;hl=en_US"></param>
	<param name="allowFullScreen" value="true"></param>
	<param name="allowscriptaccess" value="always"></param>
	<embed src="http://www.youtube.com/v/ujHTn6Cuc5E?fs=1&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="604" height="364"></embed>
</object></p>
<p>O <strong>Lucas Radalli</strong> já participou também de um <strong><a title="NerdCast - JovemNerd" href="http://jovemnerd.ig.com.br/categoria/nerdcast/" target="_blank">NerdCast</a></strong> (o podcast semanal do <strong><a title="Jovem Nerd" href="http://jovemnerd.ig.com.br/" target="_blank">Jovem Nerd</a></strong>), em que falou sobre um monte de coisa, desde comprar roupas com ajuda dos amigos do Twitter até os vários acidentes evitados pelo Timmy, o cão-guia que ele ganhou de uma ONG norte-americana.</p>
<p>Ao criar um site, uma landing page ou uma aplicação web, lembre-se que pessoas com um computador rápido, um monitor grande com boa resolução e com internet rápida fazem parte de um grupo bem pequeno da população. Muitas vezes &#8211; e dependendo do seu público, na maioria das vezes &#8211; o seu projeto será acessado e utilizado por pessoas com internet de 500kb, em Windows, com Internet Explorer, em um monitor de 17&#8221;.</p>
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		<title>Tecnologia do bem</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jun 2011 01:45:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Hippe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
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		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Começo esse relato dizendo que todos deveriam ter acesso a um smartphone. Não porque o Twitter é muito melhor quando usado via mobile ou porque Angry Birds é viciante. Nada disso. A tecnologia deveria ser acessível a todos porque ela resolve problemas e minimiza os aborrecimentos comuns do dia-a-dia. Hoje, estava no ônibus, voltando pra casa mais cedo devido a um compromisso em São Caetano, quando uma moça entrou e se manteve em pé. Abriu a bolsa, pegou um bloco &#8230; <a href="http://marcelahippe.com/?p=325">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começo esse relato dizendo que todos deveriam ter acesso a um smartphone. Não porque o Twitter é muito melhor quando usado via mobile ou porque Angry Birds é viciante. Nada disso. A tecnologia deveria ser acessível a todos porque ela resolve problemas e minimiza os aborrecimentos comuns do dia-a-dia.</p>
<p>Hoje, estava no ônibus, voltando pra casa mais cedo devido a um compromisso em São Caetano, quando uma moça entrou e se manteve em pé. Abriu a bolsa, pegou um bloco de cartões postais e iniciou o discurso. Cada cartão custava R$ 2,00 e a causa parecia justa: ajudar um grupo de teatro que visitava hospitais, tipo Doutores da Alegria. Pensei em ajudar, mas não senti vontade. Meu celular tocou, a moça recolheu os cartões, agradeceu e foi embora. Me senti incomodada por não ter aproveitado a chance de ajudar, mesmo que com tão pouco.</p>
<p>Logo depois, uma senhora vestida como freira &#8211; ou algo relacionado a isso &#8211; se acomodou no assento logo atrás de mim. Muito delicada, tocou meu ombro. Virei para atendê-la. </p>
<p>- Você sabe onde fica a Bernardino de Campos? </p>
<p>Opa. Essa era fácil, moro na rua paralela. Respondi e expliquei rapidamente o trajeto que o ônibus faria. </p>
<p>- É que eu vou até um Instituto Odontológico e nunca venho pra cá. Fica no número 330. Você sabe onde fica?</p>
<p>Eu lembrava vagamente. Fui lá uma vez, há muitos anos, fazer uma radiografia, mas não conseguia lembrar da localização, nem pra indicar qual era a parada mais próxima ao local para que ela descesse.</p>
<p>Fiquei com aquela cara de dúvida por alguns segundos e lembrei do que eu carregava no bolso do casaco. Saquei o iPhone, pesquisei o endereço que ela havia dado e tchanam! Falei que ela poderia descer no mesmo ponto que eu desceria. </p>
<p>Chegamos, descemos e conforme o que o Google Maps mostrou, pude mostrar pra ela que o local era bem em frente, do outro lado da avenida. </p>
<p>Me senti bem. Deixei passar uma oportunidade de ajudar alguém e logo apareceu outra. Graças a tecnologia evitei que uma senhora se perdesse ou que fosse obrigada a andar muito por ter descido longe do local. </p>
<p>PS: Estou muito feliz em fazer esse post, escrito e publicado do iPhone.</p>
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		<title>Aprenda a fazer limonada com o Itaú.</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 16:01:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Hippe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Provavelmente você lembra que no comecinho do ano, em janeiro, o Itaú lançou a iConta. Foram várias divulgações na TV, no Twitter, na Internet e no email (pra quem já era correntista). O barulho em cima desse novo serviço foi alto. Dia 24 de janeiro, o Brainstorm#9 publicou um post patrocinado explicando melhor sobre a iConta. A partir de então, quem quisesse utilizar exclusivamente os canais eletrônicos para realizar sua operações bancárias, não pagaria mais nenhuma taxa por isso. Optando &#8230; <a href="http://marcelahippe.com/?p=315">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Provavelmente você lembra que no comecinho do ano, em janeiro, o Itaú lançou a iConta. Foram várias divulgações na TV, no Twitter, na Internet e no email (pra quem já era correntista). O barulho em cima desse novo serviço foi alto. Dia 24 de janeiro, o <a title="Brainstorm 9" href="http://www.brainstorm9.com.br/post-patrocinado/itau-lanca-conta-para-o-mundo-digital/">Brainstorm#9</a> publicou um post patrocinado explicando melhor sobre a iConta. A partir de então, quem quisesse utilizar exclusivamente os canais eletrônicos para realizar sua operações bancárias, não pagaria mais nenhuma taxa por isso. Optando por abrir mão de serviços como talão de cheque e atendimento na agência.</p>
<p><a title="Brainstorm 9" href="http://www.brainstorm9.com.br/post-patrocinado/itau-lanca-conta-para-o-mundo-digital/">No post</a>, o diretor executivo de Marketing do banco explicou: <em>“O lançamento da iConta está alinhado com o foco que o banco sempre dá aos movimentos de transformação. Se a sociedade muda, o Itaú muda com ela”</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.itau.com.br/iconta/"><img class="aligncenter size-full wp-image-316" title="iConta Itaú" src="http://marcelahippe.com/wp-content/uploads/2011/05/iconta.jpg" alt="iConta Itaú" width="504" height="194" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">O que muita gente não sabe &#8211; e eu também não sabia até pouco tempo &#8211; é que o Itaú antecipou um serviço que todos os bancos poderiam oferecer para seus clientes, a partir de 1º de março. A opção da conta-corrente movimentada exclusivamente pela internet, caixas eletrônicos e celular, foi uma medida do Conselho Monetário Nacional que teve como objetivo promover a inclusão bancária em todos os níveis.</p>
<p style="text-align: left;">Demérito do Itaú? Muito pelo contrário. O banco viu, na medida do Conselho, uma oportunidade incrível de contar aos seus clientes sobre essa novidade, através de uma campanha completamente alinhada ao conceito <em>O mundo muda e o Itaú muda com você</em>.</p>
<p style="text-align: left;">A campanha já terminou, mas é possível assistir ao vídeo explicativo da iConta no site <a href="http://www.itau.com.br/iconta/">http://www.itau.com.br/iconta/</a></p>
<p style="text-align: left;">Hoje, diversos outros bancos oferecem o mesmo serviço. Mas você lembra de algum? Eu não.</p>
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		<title>Nadando contra o tsunami</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 18:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Hippe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O último meme do Twitter é o caso da Arezzo e sua nova coleção nada conveniente que utiliza pele e pêlos de animais. O objetivo desse post não é discutir o absurdo que é o “tratamento” dado para os animais utilizados para a coleção. Embora eu tenha muita vontade de falar sobre isso, não tenho conhecimento suficiente, então prefiro não meter o bedelho. Também prefiro me resguardar da turma do mimimi; aquela gente que vai argumentar apostando que eu como carne, &#8230; <a href="http://marcelahippe.com/?p=309">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://marcelahippe.com/wp-content/uploads/2011/04/foto-coelho.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-311" title="coelho" src="http://marcelahippe.com/wp-content/uploads/2011/04/foto-coelho.jpg" alt="coelho" width="300" height="297" /></a></div>
<div>O último meme do Twitter é o caso da <span style="font-size: 15px; font-weight: bold;">Arezzo </span>e sua nova coleção nada conveniente que utiliza pele e pêlos de animais. O objetivo desse post não é discutir o absurdo que é o “tratamento” dado para os animais utilizados para a coleção. Embora eu tenha muita vontade de falar sobre isso, não tenho conhecimento suficiente, então prefiro não meter o bedelho. Também prefiro me resguardar da turma do mimimi; aquela gente que vai argumentar apostando que eu como carne, peixe e frango e tenho uma carteira de couro.</div>
<div>
<p>Não vem ao caso.</p>
<p>Minha proposta aqui é discutir, de maneira ética e focada: em que PLANETA estava vivendo o GÊNIO que resolveu criar essa coleção? Não, porque é de uma inteligência sem precedentes criar uma coleção e uma campanha de divulgação no Twitter pra esse produto. Hoje, em 2011, quando todas as pessoas se dizem preocupadas com a sustentabilidade, o meio ambiente, o bem estar; quando todas as marcas se preocupam em fazer o bem para o planeta e mostrar isso pra todo mundo; hoje, em 2011, quando toda semana vemos pelo menos um Trending Topic Brasil ou Worldwide chamando atenção para alguma causa, a Arezzo lança uma coleção dessas?</p>
<p>Talvez a marca realmente aderiu ao “<em>falem bem ou falem mal, mas falem de mim</em>”. Talvez tenham entendido errado o exemplo da Devassa (afinal, Sandy bebendo cerveja? Nunca. Mas olha lá, tá bombando!) Ou tudo isso, na verdade, é uma grande campanha de divulgação da nova temporada de Big Bang Theory. Daqui algumas semanas, no site da Arezzo, será estampado um grande <em><strong>BAZINGA!</strong></em>.</p>
<p>Ou não. Talvez falte mesmo percepção.</p>
<p>Para o mercado da moda, imagino que as peças da coleção estejam alinhadíssimas com as tendências e com o glamour das passarelas. Só imagino. Confesso que esse é um outro assunto sobre o qual não tenho o menor conhecimento. Mas estou vivendo no planeta Terra há pouco mais de duas décadas e tenho acompanhado o Twitter com frequência há alguns anos; e também assisto TV de vez em quando. A campanha da Arezzo conseguiu ir contra absolutamente tudo o que vem sido feito nos últimos tempos.</p>
<p>Conseguiu se destacar. De uma péssima maneira.</p>
<p>Eu, comprar na Arezzo? Nunca mais. E isso eu falo muito sério.</p>
</div>
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		<title>Diálogo como ferramenta. A publicidade na era dos Prosumers.</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 03:37:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Hippe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É o fim de uma jornada. Foram 4 anos de dedicação, empenho e real interesse por tudo o que me foi ensinado. Um período de muito aprendizado, conquistas e crescimento na Metodista. À faculdade e aos professores, deixo registrada minha imensa gratidão. Este ano, em especial, venci o desafio de estudar, planejar e escrever o trabalho de conclusão, que terminou de forma muito gratificante, com a nota dez tão sonhada se tornando real. Mas o máximo mesmo foi a oportunidade da &#8230; <a href="http://marcelahippe.com/?p=297">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É o fim de uma jornada. Foram 4 anos de dedicação, empenho e real interesse por tudo o que me foi ensinado. Um período de muito aprendizado, conquistas e crescimento na <a title="Universidade Metodista de São Paulo" href="http://metodista.br/" target="_blank">Metodista</a>. À faculdade e aos professores, deixo registrada minha imensa <strong>gratidão</strong>.</p>
<p>Este ano, em especial, venci o desafio de estudar, planejar e escrever o trabalho de conclusão, que terminou de forma muito gratificante, com a nota dez tão sonhada se tornando real.</p>
<p>Mas o máximo mesmo foi a oportunidade da discussão, do aprendizado, de conhecer ideias novas e poder construir outras a partir do que, no início, era apenas um grande compilação de artigos, livros e pensamentos.</p>
<p><a title="TCC - Marcela Hippe" href="http://marcelahippe.com/?page_id=270" target="_self">Disponibilizo para download </a>a monografia em PDF e os slides utilizados na apresentação do projeto.</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<div id="__ss_6168353" style="width: 425px;"><object id="__sse6168353" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=tcc-versoweb-marcelahippe-101214201214-phpapp01&amp;rel=0&amp;stripped_title=dilogo-como-ferramenta-a-publicidade-na-era-dos-prosumers-tcc-marcela-hippe-6168353&amp;userName=marcelahippe" /><param name="name" value="__sse6168353" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse6168353" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=tcc-versoweb-marcelahippe-101214201214-phpapp01&amp;rel=0&amp;stripped_title=dilogo-como-ferramenta-a-publicidade-na-era-dos-prosumers-tcc-marcela-hippe-6168353&amp;userName=marcelahippe" name="__sse6168353" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p><script src="http://b.scorecardresearch.com/beacon.js?c1=7&amp;c2=7400849&amp;c3=1&amp;c4=&amp;c5=&amp;c6="></script><br />
<script src="http://b.scorecardresearch.com/beacon.js?c1=7&amp;c2=7400849&amp;c3=1&amp;c4=&amp;c5=&amp;c6="></script></p>
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		<title>Spyzer: música eletrônica de qualidade no Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Oct 2010 20:52:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Hippe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sem dúvida nenhuma, música eletrônica está entre as coisas que eu menos entendo dessa vida. Para o terror dos que adoram o estilo, pra mim os sub-gêneros são praticamente iguais. Sinceramente, não sei diferenciar Trance de Psy, Electro de Techno, Dance de House. Mas apesar da ignorância, consigo identificar quando algum som é bom. Não importa o estilo da música, mas sim o que existe por trás dela. E por trás das músicas do Spyzer existem instrumentos de sopro, percussão, &#8230; <a href="http://marcelahippe.com/?p=232">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Sem dúvida nenhuma, <strong>música eletrônica</strong> está entre as coisas que eu menos entendo dessa vida. Para o terror dos que adoram o estilo, pra mim os sub-gêneros são praticamente iguais. Sinceramente, não sei diferenciar <em>Trance</em> de <em>Psy</em>, <em>Electro</em> de <em>Techno</em>, <em>Dance</em> de <em>House</em>. Mas apesar da ignorância, consigo identificar quando algum som é bom. Não importa o estilo da música, mas sim o que existe por trás dela.</p>
<p style="text-align: left;">E por trás das músicas do <strong><a href="http://www.spyzer.com" target="_blank">Spyzer</a> </strong>existem instrumentos de sopro, percussão, cordas, sintetizadores, <a title="Grande Pan - Flickr Spyzer" href="http://www.flickr.com/photos/spyzer/3735999580/lightbox/" target="_blank">grande pan</a>, além de toda a tecnologia que envolve o eletrônico. Mas não só os instrumentos diferenciados fazem essa banda ser incomparável a qualquer outra no cenário eletrônico brasileiro. O vocalista <strong>Andy</strong>, por exemplo, estudou piano clássico por 4 anos e colabora com muito talento e referências  para a bagagem musical da banda.</p>
<p style="text-align: left;">No vídeo abaixo, os 4 integrantes explicam os instrumentos e softwares que usam para criar as músicas.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="604" height="364">
	<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IlAF8gKz8kg?fs=1&amp;hl=en_US"></param>
	<param name="allowFullScreen" value="true"></param>
	<param name="allowscriptaccess" value="always"></param>
	<embed src="http://www.youtube.com/v/IlAF8gKz8kg?fs=1&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="604" height="364"></embed>
</object></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Os sons criados pelos equipamentos somados à voz incrível do<strong> Jay</strong> &#8211; também percussionista &#8211; já renderam ao <strong>Spyzer</strong> participações em diversos festivais, premiações, entrevistas e apresentações ao vivo em programas de TV, como <a title="Spyzer no Altas Horas" href="http://www.youtube.com/watch?v=BYdIlQsfdnw" target="_blank">Altas Horas</a> e <a title="Spyzer no Jô Joares" href="http://vimeo.com/2028566" target="_blank">Jô Soares</a>. Admiro a qualidade do som eletrônico, mas uma das minhas músicas favoritas é a versão acústica de <strong>I Feel So Free</strong>. A versão original, também sensacional, fez parte da trilha sonora da novela <a title="Spyzer - I Feel So Free em Viver A Vida" href="http://www.youtube.com/watch?v=TE1cZJvAAw4" target="_blank">Viver A Vida</a> (2009/2010) da Globo.</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; font-weight: bold;"><a href="http://marcelahippe.com/wp-content/uploads/2010/10/Spyzer-I-Feel-So-Free-acústico.mp3" target="_blank">Spyzer &#8211; I Feel So Free (acústico)</a></span><br />
Clique para ouvir</p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Recomendo muito a visita ao <a title="Spyzer - MySpace" href="http://www.myspace.com/spyzerproject" target="_blank">MySpace</a> da banda. E não se surpreenda em ouvir por lá algum som que você já curtiu na <strong>Kiss FM</strong> ou na <strong>Jovem Pan</strong>. :-)</p>
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		<title>Rá-Tim-Bum, infância e educação</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 14:33:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Hippe</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
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		<category><![CDATA[geração Y]]></category>
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		<description><![CDATA[Muito se fala sobre o perfil da Geração Y. Os nascidos entre 1980 e 1990 normalmente são definidos como independentes, ágeis, inquietos, dinâmicos e loucos por tecnologia. Se você, como eu, já se viu diversas vezes balançando a cabeça positivamente ao ler dezenas de reportagens com um check-list sobre nossas principais características, este post com certeza vai te levar de volta a uma importante época: a nossa infância. O programa Rá-Tim-Bum, da TV Cultura, marcou toda uma geração. A maioria &#8230; <a href="http://marcelahippe.com/?p=216">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marcelahippe.com/wp-content/uploads/2010/10/Ra-Tim-Bum-miniatura.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-218" title="Rá-Tim-Bum" src="http://marcelahippe.com/wp-content/uploads/2010/10/Ra-Tim-Bum-miniatura.jpg" alt="Rá-Tim-Bum" width="250" height="216" /></a>Muito se fala sobre o perfil da <strong>Geração Y</strong>. Os nascidos entre <strong>1980 e 1990</strong> normalmente são definidos como independentes, ágeis, inquietos, dinâmicos e loucos por tecnologia.</p>
<p>Se você, como eu, já se viu diversas vezes balançando a cabeça positivamente ao ler dezenas de reportagens com um check-list sobre nossas principais características, este post com certeza vai te levar de volta a uma importante época: <strong>a nossa infância</strong>.</p>
<p>O programa <strong>Rá-Tim-Bum</strong>, da<strong> TV Cultura</strong>, marcou toda uma geração. A maioria ainda consegue cantar do começo ao fim a canção que o ratinho azul fazia de trilha sonora para seu banho. <em>Lava o queixo, lava a coxa e lava até.. meu pé, meu querido pé..</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><object width="604" height="364">
	<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Z3hMfPhVKak?fs=1&amp;hl=en_US"></param>
	<param name="allowFullScreen" value="true"></param>
	<param name="allowscriptaccess" value="always"></param>
	<embed src="http://www.youtube.com/v/Z3hMfPhVKak?fs=1&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="604" height="364"></embed>
</object></em></p>
<p style="text-align: left;">Durante muitos anos os <strong>180 episódios</strong> foram reprisados, sempre educando com muita sutileza através de personagens extremamente carismáticos. Professor Tibúrcio, os passarinhos do lustre (<a title="Rá-Tim-Bum - Passarinho, que som é esse?" href="http://www.youtube.com/watch?v=v-r7rUNUAr4" target="_blank">que som é esse?</a>), os cientistas Tíbio e Perônio e muitos outros. O humor leve e as músicas fáceis de decorar também eram marcas registradas. Tudo muito bem amarrado com as histórias que se passavam dentro do <strong>Castelo Rá-Tim-Bum, </strong>protagonizadas pelo Nino, Dr. Victor, Zequinha, Biba, Pedro e a Dona Morgana.</p>
<p style="text-align: left;">O sucesso do programa não aconteceu à toa. Entre os grandes nomes por trás de Rá-Tim-Bum, como os atores <strong>Marcelo Tas</strong> e <strong>Carlos Moreno</strong>, estava ninguém menos que <strong>Fernando Meirelles</strong>. Antes de dar vida aos filmes <strong>Cidade de Deus</strong> e <strong>Ensaio Sobre A Cegueira</strong>, Meirelles foi <strong>diretor geral </strong>do programa e contou, em vídeo para a <strong><a title="Memória Oral - Fundação Padre Anchieta" href="http://www.memoriaoral.com.br/" target="_blank">Fundação Padre Anchieta</a></strong>, um pouco de sua história.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="604" height="364">
	<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/k6YZGoiFB6c?fs=1&amp;hl=en_US"></param>
	<param name="allowFullScreen" value="true"></param>
	<param name="allowscriptaccess" value="always"></param>
	<embed src="http://www.youtube.com/v/k6YZGoiFB6c?fs=1&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="604" height="364"></embed>
</object></p>
<p style="text-align: left;">Não poderia finalizar esse post sem incluir os vídeos que mais me fizeram sentir com 5 anos de idade novamente. O rap <strong>Viu Como Se Faz</strong>, sobre a produção de lanternas, o clássico <strong>ratinho azul</strong> tomando banho de banheira e a lição sobre lavar as mãos, na interpretação inconfundível do <strong>Arnaldo Antunes</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="604" height="364">
	<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/quyunNRjM-U?fs=1&amp;hl=en_US"></param>
	<param name="allowFullScreen" value="true"></param>
	<param name="allowscriptaccess" value="always"></param>
	<embed src="http://www.youtube.com/v/quyunNRjM-U?fs=1&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="604" height="364"></embed>
</object></p>
<p style="text-align: center;"><object width="604" height="364">
	<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cTycyMhBPY8?fs=1&amp;hl=en_US"></param>
	<param name="allowFullScreen" value="true"></param>
	<param name="allowscriptaccess" value="always"></param>
	<embed src="http://www.youtube.com/v/cTycyMhBPY8?fs=1&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="604" height="364"></embed>
</object></p>
<p style="text-align: center;"><object width="604" height="364">
	<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dBDLYWwDiQA?fs=1&amp;hl=en_US"></param>
	<param name="allowFullScreen" value="true"></param>
	<param name="allowscriptaccess" value="always"></param>
	<embed src="http://www.youtube.com/v/dBDLYWwDiQA?fs=1&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="604" height="364"></embed>
</object></p>
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		<title>Quando o público-alvo não é bem definido.</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Oct 2010 05:24:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Hippe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
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		<category><![CDATA[briefing]]></category>
		<category><![CDATA[dm9ddb]]></category>
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		<category><![CDATA[público-alvo]]></category>
		<category><![CDATA[tim]]></category>

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		<description><![CDATA[Briefing é coisa séria. Na faculdade pude trabalhar com briefings utópicos &#8211; aqueles bem detalhados, com informações precisas e objetivas do problema que a publicidade deveria resolver para a marca &#8211; e também com briefings um pouco mais realistas, com 3 ou 4 informações relevantes e 10 ou 15 questões em aberto para a agência se virar e pesquisar muito antes de iniciar qualquer planejamento. Tive um professor que dizia que fazer briefing com o cliente deve ser igual a uma &#8230; <a href="http://marcelahippe.com/?p=201">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Briefing</strong> é coisa séria. Na faculdade pude trabalhar com briefings utópicos &#8211; aqueles bem detalhados, com informações precisas e objetivas do problema que a publicidade deveria resolver para a marca &#8211; e também com briefings um pouco mais realistas, com 3 ou 4 informações relevantes e 10 ou 15 questões em aberto para a agência se virar e pesquisar muito antes de iniciar qualquer planejamento. Tive um professor que dizia que fazer briefing com o cliente deve ser igual a uma mulher fazendo a mala de viagem: pega <strong>tudo</strong> o que encontra pela frente, as melhores roupas sociais, os melhores sapatos pra sair à noite e os pijamas mais bonitinhos, mesmo que seja pra fazer um bate-e-volta para a praia.</p>
<p>Em um briefing, praticamente todos os itens complementam o principal: <strong>público-alvo</strong>.</p>
<p><strong>Para quem</strong> a comunicação será dirigida? <strong>Quem são</strong>, com detalhes, as pessoas com quem eu quero conversar? Qual é o perfil do público que utiliza o meu produto? São essas mesmas pessoas que decidem por ele no ponto-de-venda? Onde elas vivem? Como? <strong>Onde o público-alvo está?</strong></p>
<p>São dezenas de perguntas que devem ser respondidas com o máximo de detalhes que for possível encontrar, afinal qualquer equívoco sobre isto pode arruinar toda uma campanha. Foi o que aconteceu com a <strong>Tim</strong>.</p>
<p>Procurando por algumas vantagens ou promoções no site da minha <a title="Vivendo sem fronteiras. Mas com muitos obstáculos." href="http://marcelahippe.com/?p=110" target="_blank">tão querida</a> operadora, encontrei um link praticamente escondido sobre a promoção<strong> <a title="Tim - Bloqueia Véio" href="http://bloqueiaveio.com.br" target="_blank">Bloqueia Véio</a></strong>. Entenda a ação &#8211; com texto retirado do próprio regulamento:</p>
<div id="attachment_206" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://marcelahippe.com/wp-content/uploads/2010/10/tim-logobloqueiaveio.jpg"><img class="size-full wp-image-206" title="Tim - Bloqueia Véio (logo)" src="http://marcelahippe.com/wp-content/uploads/2010/10/tim-logobloqueiaveio.jpg" alt="Tim - Bloqueia Véio (logo)" width="200" height="129" /></a><p class="wp-caption-text">Logo da campanha Bloqueia Véio</p></div>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><em>A ação <strong>“BLOQUEIA VÉIO” </strong>é voltada a qualquer pessoa física, <strong>maior de 18 anos</strong> (“Participantes”), e visa formar uma comunidade de jovens antenados que testarão, em primeira mão, um serviço pré-pago exclusivo, em fase “BETA”, ajudando a TIM a construir <strong>o primeiro plano pré-pago voltado para o segmento jovem</strong>. Para fazer parte desse grupo,<strong> é necessário participar do desafio proposto pelo aplicativo “Bloqueia Véio”, que deve ser instalado no Orkut e/ou Facebook.</strong></em></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><em><strong><br />
</strong></em></p>
<p style="text-align: left;">Em paralelo a esta ação da Tim, a agência <strong>DM9DDB</strong> tem divulgado no Twitter a promoção <strong><a title="DM9DDB - 99 Novas" href="http://99novas.com.br" target="_blank">99 Novas</a></strong>, em comemoração aos seus 21 anos. O projeto é um processo seletivo que vai escolher um <strong>estudante universitário de 21 anos</strong> para viajar por <strong>9 cidades</strong> &#8211; em países diferentes &#8211; <strong>durante 99 dias</strong>. E depois disso, o mochileiro ainda poderá ser convidado para trabalhar na agência.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://marcelahippe.com/wp-content/uploads/2010/10/dmb-99novas.png"><img class="size-full wp-image-205    aligncenter" title="DM9 - 99 Novas" src="http://marcelahippe.com/wp-content/uploads/2010/10/dmb-99novas.png" alt="DM9 - 99 Novas" width="407" height="286" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">As duas campanhas divulgam o público-alvo da ação. Para instalar o aplicativo Bloqueia Véio é necessário ter 18 anos ou mais e o primeiro requisito para participar do processo seletivo da DM9 é ter 21 anos. Ambas têm como objetivo falar com um público <strong>jovem</strong>, <strong>antenado</strong>, <strong>dinâmico</strong>. Mas ao menos que você esteja falando tudo isso de forma irônica (<strong>:-)</strong>) ou tenha pelo menos o dobro dessa idade, você nunca utilizaria nenhuma dessas palavras em sua campanha. <strong>Ponto negativo pra Tim.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Ações que são exclusivas para uma faixa etária precisam de cuidado na abordagem. Um ótimo exemplo de adequação de mensagem é a campanha <strong><a title="Seda Teens" href="http://www.mobilepedia.com.br/cases/seda-teens-o-maior-case-de-mobile-marketing-do-brasil" target="_blank">Seda Teens &#8211; Proibido para maiores de 18 anos</a></strong>. Para atingir meninas com idade entre <strong>12 e 17 anos</strong>, a marca se uniu com a <strong>Nokia</strong> e juntas produziram a embalagem do <strong>Nokia 5200 Pink</strong> com a identidade visual da campanha, acessórios e adesivos para celular. No aparelho, conteúdos como papel de parede, telas de inicialização e encerramento e até um <strong>mobile game</strong> também eram exclusivos da campanha. Meninas de 13 anos não ficam longe do celular e são vaidosas. Bingo! Ponto pra Seda. E pra Nokia. E pra F.Biz.</p>
<p style="text-align: left;">Minha breve análise se resume aos meus próprios sentimentos em relação às duas campanhas, já que sou público-alvo de ambas. Ao conhecer a campanha da <strong>Tim</strong> senti que aquilo não poderia ser pra mim. Se eu tivesse <strong>13 ou 14 anos</strong>, talvez. Mas instalar um aplicativo chamado <strong>Bloqueia Véio</strong> no meu Facebook está longe de ser uma possibilidade, mesmo que isto signifique um bom desconto nas tarifas.</p>
<p style="text-align: left;">Já a oportunidade de conhecer <strong>9 países</strong> e ainda <strong>trabalhar na DM9DDB</strong>, sim, é extremamente tentadora. O hotsite da campanha é informativo e organizado e o layout&#8230; Bom. O layout é da <strong>DM9</strong>. Dizer isso explica mais do que qualquer adjetivo.</p>
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		<title>Depois da Rich Media, o Social Advertising</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Sep 2010 04:16:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Hippe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
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		<description><![CDATA[A Rich Media deu um novo gás aos tediosos banners publicitários. É cada vez mais comum encontrar peças com vídeos, jogos, áudio, interações rápidas e divertidas. Por exemplo, a BBDO (NY), em parceria com a Digital Zugara e o Zoic Studios, criou uma peça incrível para a AT&#38;T. O banner expansível acessava webcam do usuário e o convidada a testar suas habilidades de cabecear uma bola de futebol. Além das novas possibilidades para os criativos, os mídias também ganharam uma nova forma de &#8230; <a href="http://marcelahippe.com/?p=197">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marcelahippe.com/wp-content/uploads/2010/09/socialadvertising-thumb.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-199" title="Social Advertising" src="http://marcelahippe.com/wp-content/uploads/2010/09/socialadvertising-thumb.jpg" alt="Social Advertising" width="233" height="150" /></a>A <strong>Rich Media</strong> deu um novo gás aos tediosos banners publicitários. É cada vez mais comum encontrar peças com vídeos, jogos, áudio, interações rápidas e divertidas.</p>
<p>Por exemplo, a <strong>BBDO (NY)</strong>, em parceria com a <strong>Digital Zugara </strong>e o <strong>Zoic Studios</strong>, criou uma peça incrível para a <strong>AT&amp;T</strong>. O <a title="Rich Media - AT&amp;T" href="http://galeriacriativa.proxxima.com.br/peca_detalhe/327" target="_blank">banner expansível</a> acessava webcam do usuário e o convidada a testar suas habilidades de cabecear uma bola de futebol.</p>
<p>Além das novas possibilidades para os criativos, os mídias também ganharam uma nova forma de mensuração. A partir de ferramentas integradas à Rich Media, é possível analisar o comportamento do usuário durante a exposição ao banner, conhecendo exatamente o caminho feito por ele até chegar no site ou página em questão.</p>
<p>Mas enquanto muitos ainda exploram a Rich Media, a empresa <strong><a title="Spongecell" href="http://spongecell.com/" target="_blank">Spongecell</a></strong> deu um passo à frente e criou o que estou chamando de <strong>Social Advertising</strong>. A sacada é muito simples: inserir, no própio banner, links ou campos para que o usuário <strong>compartilhe</strong> aquela informação. Além das ações mais comuns, como <em>Add to Facebook</em> e <em>Send to Friends</em>, uma peça me chamou a atenção pela eficiência em promover a marca.</p>
<p>No <a title="Spongecell Portfolio" href="http://spongecell.com/promote/website/ad_gallery#" target="_blank">portfólio da empresa</a>, veja o banner da <strong>Long Jhon Silver</strong>, divulgando seus <strong>Baja Tacos &amp; IceFlow Frozen</strong>. Após a animação introdutória, ao posicionar o cursor sobre o botão <em>Get A Free Taco</em>, o usuário pode inserir o número de seu celular e permitir o recebimento de um cupom de desconto por SMS.</p>
<p>Gostaria de saber qual foi a repercussão do anúncio e se o desconto realmente era válido. Considerando que tudo tenha funcionado como o esperado, a ação foi inteligente, simples e eficiente ao resolver o problema do cliente em divulgar um novo produto.</p>
<p>Concordo com o <a title="Danilo Lima - CHMKT" href="http://www.chmkt.com.br/search/label/danilo_lima" target="_blank">Danilo Lima</a>, <a title="Danilo Lima - CHMKT - A gente precisa ser tão profundo?" href="http://www.chmkt.com.br/2010/09/gente-precisa-ser-tao-profundo.html" target="_blank">em seu post no CHMKT</a> no qual aconselha:</p>
<blockquote><p><em>Tome cuidado com essa imagem pré-concebida de planejador geniozinho da agência e que um insight é uma verdade escondida a sete chaves na página 135 do livro que está guardado na estante de um mosteiro na Cracóvia.</p>
<p>Porque não é. Seja profundamente simples.</em></p></blockquote>
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